15 de jun de 2017

REVISTA 'ISTOÉ' MOSTRA PROCURADORES DENUNCIANDO QUE 'TÁTICA DE JANOT É APAVORAR'


'ISTOÉ' DENUNCIA PERSEGUIÇÃO A QUEM APÓIA A RIVAL RAQUEL DODGE

Em gravações obtidas com exclusividade pela revista IstoÉ, já nas bancas, dois procuradores da República reclamam das perseguições de Rodrigo Janot a adversários e políticos. Os áudios indicam que o chefe da PGR pode estar colocando interesses pessoais acima da lei. Confira na reportagem de Debora Bergamascho:
As mais recentes ações do procuradorgeral da República, Rodrigo Janot, muitas das quais controversas, revelaram que ele vinha trafegando numa linha tênue e perigosa que separava a boa e necessária liturgia jurídica de seus interesses pessoais e políticos. O que IstoÉ traz agora em suas páginas indica que Janot pode ter ultrapassado e muito essa fronteira. Trata-se de duas ligações telefônicas, ainda sob sigilo judicial, interceptadas pela Polícia Federal, no âmbito da operação Lava Jato, obtidas com exclusividade pela reportagem de IstoÉ. Na gravação, com pouco mais de 13 minutos de duração, a procuradora da República Caroline Maciel, chefe da PGR no Rio Grande do Norte, mantém uma conversa estarrecedora com o colega Ângelo Goulart. No diálogo, Caroline o alerta sobre os perigos de um eventual apoio dele a Raquel Dodge, candidata à sucessão do procurador-geral da República e tida como “inimiga” de Janot. De acordo com Caroline, “a tática de Janot é apavorar quem está do lado de Raquel”. Sete dias depois da conversa, ocorrida em 11 de maio deste ano, Ângelo teve sua prisão decretada pelo próprio Rodrigo Janot. “A conversa que rola é que você estaria ajudando Raquel. Estou te avisando porque parece que a guerra está num nível que eu não consigo nem imaginar porque eu não sou desse tipo de coisa. Inclusive, pelo que eu senti, a tática de Janot é apavorar quem estiver do lado de Raquel”, afirmou.
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Outro trecho é ainda mais revelador sobre um possível – e impróprio – modus operandi na PGR. Guarda relação com as investidas da procuradoria-geral da República contra parlamentares. Deixa claro que as ações envolvendo políticos nem sempre estão assentadas, como deveriam, no estrito exame da lei. Sugerem que investigações podem estar contaminadas por ambições tão individuais quanto inconfessáveis. Em tom de desespero, devido ao clima beligerante instalado na procuradoria, Caroline afirma que, por ter franqueado apoio a Raquel Dodge, o presidente do DEM e senador José Agripino Maia (RN) entrou na alça de mira da Procuradoria-Geral da República. Segundo Caroline, outro procurador da Lava Jato compartilha da mesma apreensão. “É o seguinte. O Rodrigo (Rodrigo Telles de Souza, procurador da Lava Jato no STF) está muito preocupado porque ouviu (...) ele disse que se fala lá nessa história de (senador) José Agripino (DEM-RN) ter prometido apoio a Raquel. E querem de alguma forma agora lascar José Agripino. (...) Aí Rodrigo é um que está apavorado. ‘É, estou com medo de acontecer alguma coisa, agora Janot vai partir pra cima e não sei o quê...’ Eu disse: Meu Deus do céu, ele tá apavorado, senti que ele está apavorado. Porque Rodrigo (Teles), coitado, ele não é ligado a ninguém”.
Os áudios são devastadores e tisnam a imagem do procurador-geral da República num momento crucial para a Lava Jato e de suma importância para o País, a três meses do encerramento do seu mandato. Mostram que Janot pode estar se movimentando ao sabor de suas conveniências particulares e políticas, o que coloca em suspeição não só as ações pretéritas do procurador-geral como as futuras. Não foram leves as últimas munições disparadas por Janot, como o controverso acordo com os donos da JBS, – celebrado no afogadilho e marcado pela condescendência com os delatores investigados – as prisões de Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) e de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e a própria denúncia contra o ex-presidente do PSDB. Como não é nada desprezível o arsenal que Janot vem preparando para breve. Nos próximos dias, ele deve denunciar o presidente da República, Michel Temer, por corrupção passiva e organização criminosa. A questão que se impõe agora, diante das revelações trazidas por IstoÉ, é: terá o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, legitimidade para levar adiante ações de tamanha envergadura com potencial para influir não só na atual disposição das peças do tabuleiro do poder político, como na sucessão presidencial de 2018?


Vícios de origem
Assim como Agripino Maia, Temer também inclina-se por Raquel Dodge para substituir Janot. Ela é a candidata preferida não só de Temer, como de auxiliares do presidente – tudo o que o procurador-geral menos quer, como demonstram claramente os áudios. Se, como dizem as gravações, Agripino seria perseguido pela PGR por articular apoio à arqui-inimiga de Janot na procuradoria-geral, por que o mesmo não poderia estar acontecendo com outros políticos, o presidente da República incluído? Janot, nesse contexto, pode ter declarado guerra aberta ao presidente Temer por sua inclinação a favor de Raquel. Em qualquer País sério do mundo, as deliberações de Janot seriam seriamente questionadas, para dizer o mínimo, por conter vícios de origem. A própria prisão do procurador Ângelo Goulart foi precedida de eventos nebulosos. Como é notório, Goulart é o procurador que foi preso em 18 de maio deste ano, acusado de receber dinheiro para repassar informações ao empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, a respeito de investigações que o envolviam. A prisão foi decretada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República. Fachin, a propósito, ainda deve explicações a respeito de um suposto jantar com a presença de Joesley e Ricardo Saud, executivo da JBS, durante sua campanha à vaga de ministro. A informação sobre os vazamentos de Goulart foi passada à PGR pelo próprio Joesley Batista em delação premiada. Na famosa conversa mantida entre Joesley e Temer, o empresário comunica ao presidente sobre a ‘compra’ de um procurador da República para ajudar os acionistas da holding com informações sobre as investigações em andamento. Segundo o dono da JBS, Goulart recebeu suborno para repassar informações sigilosas sobre a Operação Greenfield, que investiga corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em fundos de pensão de funcionários de estatais. Ocorre que, inicialmente, Joesley negou aos procuradores que o aliciamento ao procurador fosse para valer. Classificou-o como “blefe” e “bravata”. Dias depois, quando as negociações com a Procuradoria avançaram, ele resolveu mudar o depoimento e asseverou que, sim, a compra do informante era real. Diante das revela ções trazidas à baila agora por IstoÉ é licito indagar: o que pode ter provocado a reviravolta? Mais: o possível apoio de Goulart a Raquel Dodge pode ter sido determinante para a mudança de versão e a conseqüente prisão do procurador, uma vez que Joesley e a equipe de Janot estavam indiscutivelmente afinadas e interessadas em correr com uma delação “boa para ambas as partes”?



ESTES SÃO OS CANDIDATOS A PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA.
Clima de guerra
A julgar pelas palavras da procuradora Caroline Maciel, identificada na conversa como “Carol”, trata-se de um cenário plausível. Durante toda conversa, ela demonstra sua angústia em relação à guerra interna responsável por incendiar a PGR nos meses que antecedem a nova eleição ao cargo de procurador-geral da República, que terá novo ocupante em setembro. Desde março, as movimentações para a disputa vêm se intensificando e o clima se deteriorando na mesma proporção. O diálogo indica que a atmosfera na Procuradoria é de caça às bruxas, em que os procuradores têm medo de serem associados a algum candidato específico e sofrer retaliações após o resultado – um temor que deveria passar a léguas de distância de um órgão como o Ministério Público Federal, criado exatamente para denunciar abusos e atos criminosos contra a sociedade. “Esse negócio é muito ruim, esse ambiente”, lamenta Ângelo em dado momento do diálogo. A procuradora corrobora: “Muito ruim. Eu estou te falando porque eu adoro você. E vi seu nome virando pelos meios lá. Ficou tipo assim, como inimigo (de Janot). Eu não gosto dessas coisas não, Ângelo”. Ela volta ao tema ao dizer que “os ânimos estão muito piores do que se pensava. “Eu tô apavorada, que eu não gosto disso, não.” Quando o diálogo aconteceu, ainda não havia se encerrado o prazo de apresentação das candidaturas para a eleição pelo comando da PGR, o que só se concretizou no dia 24 de maio – 13 dias depois. Àquela altura, Janot ainda cogitava concorrer a um terceiro mandato consecutivo. Por isso, num trecho da conversa, Caroline fala numa “estratégia de guerra” para Janot se manter no cargo. “Tô te dizendo isso porque a coisa lá parece que vai ser pesada, pelo menos a estratégia de guerra, e tá se falando lá pelo gabinete que Janot vai tentar ficar só pra Raquel não ficar”, afirma ela, para logo em seguida reforçar. “Se você quiser apoiar que você quiser, você pode apoiar. Isso tem que ser uma coisa democrática. Meu Deus do céu. Mas parece que tá assim: se você está com um você é inimigo do outro. Ai, meu Deus, isso não existe para mim”. Procurada por IstoÉ na quinta-feira 15, a procuradora-chefe da PGR no Rio Grande do Norte, Caroline Maciel, reiterou as afirmações extraídas do áudio. “Não estava defendendo nem a candidatura de Raquel nem de Janot”, quis deixar claro. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acabou recuando da ideia de um novo mandato, principalmente depois do esgarçamento da relação com Temer, em consequência da divulgação do acordo de delação premiada com os irmãos Wesley e Joesley Batista, da J&F. Mesmo assim, Janot permanece empenhado, mais do que nunca, em evitar a ascensão de Raquel Dodge. Em 2015, ela obteve 402 votos dos colegas e ficou em terceiro lugar na preferência para ocupar o posto. A escolha dela pelo presidente da República pode representar o ponto final da era Janot na PGR. Concorrem contra ela, Nicolao Dino e Mário Bonsaglia (ver quadro), hoje os preferidos do procurador-geral. Janot receia sobretudo que Raquel, uma das responsáveis pela Operação Caixa de Pandora, contrarie interesses de seu grupo na procuradoria. Por “contrariar interesses” leia-se abrir uma série de investigações internas e instaurar processos administrativos capazes de colocar em xeque as ações de Janot – muitas das quais nadas republicanas, como indicam as gravações reveladas agora por IstoÉ – à frente do órgão.
Colaborou: Eduardo Militão

TELEFONEMAS GRAVADOS
A reportagem de IstoÉ transcreve as gravações , ás quais teve acesso, realizadas pela Polícia Federal com autorização judicial.
O alerta a Ângelo Goulart
Em conversa mantida no dia 11 de maio deste ano com o procurador da República Ângelo Goulart, a colega Caroline Maciel mostra grande preocupação com o eventual apoio dele a Raquel Dodge, arqui-inimiga e candidata à sucessão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo ela, Janot quer “destruir todo mundo nos arredores” e que sua “tática é apavorar quem está do lado de Raquel”. Sete dias depois da conversa, Ângelo teve sua prisão decretada.

Caroline Maciel – Eu soube da informação que (Rodrigo) Janot está pensando em ficar, em tentar permanecer, e quer destruir todo mundo nos arredores. A conversa que rola é que você estaria ajudando Raquel (Dodge, candidata à PGR e opositora de Rodrigo Janot).
Goulart – Eu?
Caroline Maciel – Estou te avisando porque parece que a guerra está num nível que eu não consigo nem imaginar porque eu não sou desse tipo de coisa.
Goulart – Mas da onde apareceu isso, gente? Nem contato com a Raquel eu tenho?
Caroline Maciel – Inclusive, pelo que eu senti, a tática de Janot é apavorar quem estiver do lado de Raquel. Claro que tem gente que nem liga. Mas tem gente que... Caroline Maciel – Parece que o negócio tá...
Goulart – Incoerente. Ontem ele (Janot) pediu um favor para ver um negócio no TSE para ele (Goulart atuava na vice-procuradoria-geral eleitoral, com uma mesa de trabalho no TSE, inclusive).

A perseguição a Agripino
A procuradora da República Caroline Maciel diz a Ângelo Goulart que, por ter prometido apoio a Raquel Dodge, o senador José Agripino maia (RN), presidente do DEM, virou alvo da Procuradoria-Geral da República. “Querem de alguma forma agora lascar José Agripino”, revelou ela.

Goulart – Olha, na boa, Carol, eu estou c. (palavrão) e andando para isso. Eu tenho consciência do que eu faço. Então, quer achar? Acha. Não fiz nada demais, nada demais.
Caroline Maciel – É o seguinte. O Rodrigo (Rodrigo Telles de Souza, outro procurador da Lava Jato no STF) está muito preocupado porque ouviu (...) ele disse que se fala lá nessa história de (senador) José Agripino (DEM-RN) ter prometido apoio a Raquel. E querem de alguma forma agora querem lascar José Agripino (Agripino responde a inquérito no STF e teve seus sigilos quebrados em apuração sobre suspeita de propina paga a ele pela OAS).
Goulart – Então, tô nem aí.
Caroline Maciel – Agora, Rodrigo (Teles), coitado, acho que estão fazendo aquela tática tipo assim: “Raquel vai destruir todo mundo”, sabe? Aí Rodrigo é um que está apavorado. “É, estou com medo de acontecer alguma coisa, agora Janot vai partir pra cima e não sei o quê...” Eu disse: Meu Deus do céu, ele tá apavorado, senti que ele está apavorado. Porque Rodrigo (Teles), coitado, ele não é ligado a ninguém.
Goulart - Mas isso aí... o que ele vai poder prejudicar? Vai prejudicar em que, cara?
Caroline Maciel - Não sei, sei lá. Enfim, fico apavorada com esses negócios. Mas estamos lá: seu santo nome em vão no meio e o meu também.
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14 de jun de 2017

Hoje é Aniversário Do Ex-Prefeito De Moraújo Jurandi

Homem administrado sério, humilde, coração bondoso e muito servidor, são algumas das inúmeras qualidades que podem ser atribuídas ao aniversariante desta quarta – feira (14), Jurandi Oliveira, ex-prefeito de Moraújo.
Votos do Blog Senador Sá Online – Parabéns JURANDI, que Deus continue abençoando a sua vida!
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ERA TEMER: PETROBRAS ANUNCIA NOVA REDUÇÃO NO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira, 14, redução, nas refinarias, em 2,3% no preço médio da gasolina e em 5,8% no valor do diesel. Os novos preços começam a ser aplicados a partir das 0h de 15 de junho.
"A decisão reflete as variações recentes nos preços internacionais do petróleo que, depois de flutuar ao redor de US$ 50 por barril, registrou queda sucessiva estando abaixo de US$ 46 por barril atualmente", destaca a estatal, lembrando que, no câmbio, depois de uma desvalorização "significativa" na moeda brasileira em relação ao dólar, a moeda americana tem flutuado em torno de R$ 3,30.

O Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) da empresa decidiu revisar os preços dos combustíveis em períodos mais curtos, que hoje é mensal, sem alterar a regra de formação dos valores da atual política. O comitê reiterou que, "como já observado nos dois últimos movimentos de preços, que os reajustes em períodos aproximados de 30 dias não têm sido suficientes para refletir as volatilidades" de preços internacionais de derivados e câmbio entre as datas dos reajustes.

Na terça-feira, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, já havia dito que a companhia analisava a possibilidade de aumentar a frequência de reajustes de preços dos combustíveis. Ele já tinha adiantado que a decisão estava relacionada à volatilidade do preço do petróleo e, principalmente, do câmbio.

Conforme o comunicado da estatal, os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, segundo o princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017-2021.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.

Se o ajuste anunciado hoje for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 3,5%, ou cerca de R$ 0,11 por litro, em média, e a gasolina, 0,9% ou R$ 0,03 por litro, em média.
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13 de jun de 2017

Secretaria De Saúde Do Ceará Emite Alerta Para Risco De Peste Bubônica No Estado


A Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) emitiu na segunda-feira (12) uma alerta para notificação imediata de peste bubônica. De acordo com a pasta, o último caso da doença no estado foi registrado em 2005, no município de Pedra Branca. A nota técnica da secretaria orienta vigilância em 42 cidades cearenses. A enfermidade é transmitida pela bactéria Yersinia pestis, a mesma da peste negra, doença que matou milhares de pessoas na Europa durante a Idade Média. Ela tem como vetores pulgas de dezenas de espécies. Os principais hospedeiros são os roedores, como camundongos, ratos, capivaras e até porquinhos-da-índia. Apesar de não serem os hospedeiros naturais, os humanos podem contrair a doença por meio de mordidas de pulgas infestadas nesses animais ou inalação de ar contaminado, no caso de pneumonia grave. O contato com os roedores ocorre, segundo a secretaria, quando o homem invade os ecossistemas desses hospedeiros infectados em atividades de caça, agricultura, comércio ou lazer. Animais domésticos, tais como cães e gatos domésticos, também estão associados a algumas das principais espécies de pulgas da peste. Apesar da possibilidade de doença se disseminar por todo o território, inclusive urbano, o risco de epidemia é quase nulo devido às melhores condições de higiene. Ainda segundo o documento emitido pela Sesa, a “persistência desses focos deve ser considerada uma ameaça real e permanente de acometimento humano nessas regiões, que pode estender-se para outros lugares, inclusive centros urbanos, tornando-se imperativo que os técnicos de saúde estejam preparados para lidar com o problema". A Sesa ponderou, entretanto, que a nota técnica se refere ao trabalho de vigilância e prevenção à doença e não sobre casos existentes. "O Ceará não está em risco de peste negra e não registra casos de peste bubônica desde 2005. O alerta é para os profissionais continuarem a realizar o trabalho de prevenção e controle desta, como também de outras doenças, e assim, evitarem o reaparecimento de casos no Ceará", afirma o documento.
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Mercado Financeiro Projeta Inflação Zero Para Junho

Mês deve terminar com preços médios sem qualquer alteração para o consumidor. Se confirmado, será o melhor resultado desde 2006

Junho deve ser um mês de alívio para o bolso dos consumidores. De acordo com uma pesquisa do Banco Central, pode ser o mês com menor inflação desde 2006. A expectativa dos analistas é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelere e que os preços, na passagem de maio para junho, fiquem estáveis, sem qualquer alteração.
Os dados são do Boletim Focus, uma publicação semanal, editada pelo BC, e que reúne as projeções de cerca de 100 analistas do mercado financeiro. A pesquisa mostra ainda que o mercado financeiro está cada vez mais otimista com o custo de vida no Brasil em 2017.
Nesta semana, a expectativa dos analistas para o IPCA do ano melhorou de 3,90% para 3,71%. Caso esse número se confirme, será a menor inflação desde 2006, quando o indicador havia ficado em 3,14%. Esse levantamento mostra ainda que o otimismo desses especialistas também vale para 2018.
IPCA 2018
Para o próximo ano, a expectativa é que o IPCA fique mais uma vez em níveis confortáveis para o bolso das famílias, em 4,37%. Essa projeção para 2018 tem melhorado gradualmente. Há uma semana ela era maior, estava em 4,40%.
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Governo Ampliará Farmácia Popular Para Mais Mil Municípios

Programa de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde também prevê mudanças na forma de repasse de recursos para a compra de remédios
O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (6), mudanças no Programa de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre elas estão a forma de repasse de recursos para a compra de remédios e a ampliação da rede Farmácia Popular. As medidas devem ser implantadas até agosto.
Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a medida deverá aumentar em 80% a compra de medicamentos. “O programa tem uma verba de R$ 100 milhões por ano. Desse total, 80% eram destinados ao pagamento de aluguéis e salários”, afirmou.
O novo modelo foi aprovado pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), formada por representantes dos estados, municípios e do governo federal. De acordo com Ricardo Barros, os estados e municípios receberão aumento no repasse anual da verba para a compra de remédios. “O valor passará de R$ 5,10 para R$ 5,58 na média por habitante”, disse.
Atualmente, 4,4 mil municípios dispõem do serviço da Farmácia Popular. Com a nova medida, a expectativa é que mais mil cidades sejam incluídas.
O programa Aqui Tem Farmácia Popular, parceria do governo federal com farmácias privadas, continua funcionando normalmente. Em média, o programa beneficia 9,8 milhões de pessoas. Medicamentos contra a hipertensão, o diabetes e a asma representam cerca de 90% da demanda.
Dados do Ministério da Saúde mostram que o programa cobre 80% do País. São 34,9 mil farmácias cadastradas e, ao todo, 42 produtos oferecidos, 26 disponibilizados gratuitamente. Os demais têm descontos de até 90%.
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7 de jun de 2017

Mais Uma Vez a População Sofre Com Falta D’Água Em Senador Sá.

A prefeita de Senador Sá Regina pede esclarecimento a CAGECE por falta de água em Senador Sá o oficio foi expedido em 05/06/2017
A população da cidade de Senador Sá está sofrendo com a falta de água à mais de 90 dias. Segundo a CAGECE, o problema é nos canos da adutora que estão pequena para o ao mento da população.
A Água ainda não chegou nos bairros mais as contas já chegaram e acima do valor!, conta as pessoas desesperadas com a falta dágua.
A população reclama que além de sofrer com a falta dágua ainda sofrem com a falta de saneamento básico em Senador Sá.
Agora só nos restam esperar a ação do  Governo a respeito desses casos e esperar a solução, a tendência é piorar.
Seu bairro está sem água? deixe aqui seu recado, para que chegue as autoridades a indignação por falta desse serviço ao cidadão.
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